Comitês | Edital Videocamp 2018
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Comitês

comitê selecionador

O comitê é composto por representantes da área do Cinema e por parceiros do edital e tem o papel de avaliar os projetos finalistas com o objetivo de selecionar uma obra a ser patrocinada.

Foto em preto e branco, com fundo claro, do busto de um homem branco, de cabelos curtos e grisalhos, que usa óculos de grau e olha diretamente para a câmera com um sorriso no rosto. Ele usa camisa social com listras verticais.
Marcos Nisti

Empreendedor social e produtor de cinema e TV, Marcos Nisti é formado em Direito, com MBA em Economia do Setor Público pela FIPE/USP. Foi um dos criadores da marca Projeto Terra, pioneira no conceito de fair trade no Brasil. É CEO do Alana, Conselheiro do Greenpeace, do GIFE e do Atletas pelo Brasil. Co-fundou em 2008 a produtora Maria Farinha Filmes ("Criança, a Alma do Negócio", "Muito Além do Peso", "Tarja Branca" e “O Começo da Vida”). Participou da criação, produção e lançamento de outros projetos como a plataforma VIDEOCAMP, o movimento Believe.Earth e a distribuidora de filmes de impacto Flow.

Foto em preto e branco, com fundo de tijolos claros e desfocado, do busto de uma mulher negra, de cabelos longos trançados em dread, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ela usa um colar de contas brancas e uma malha escura.
Yvonne Welbon

Yvonne Welbon atua como Consultora Sênior para o estúdio Chicken & Egg Pictures. Cineasta premiada, é fundadora da organização sem fins lucrativos Sisters in Cinema, sediada em Chicago. Já produziu e distribuiu mais de 20 filmes, incluindo “Vivendo com Orgulho: Ruth Ellis @ 100”, vencedor de 10 prêmios de melhor documentário, e “Irmãs no Cinema”, documentário sobre a trajetória de mulheres negras no cinema. Suas obras têm sido exibidas internacionalmente em mais de cem festivais de cinema. Criada em uma família de origem hondurenha e afro-latinoamericana no lado Sul de Chicago, Welbon é formada pelo Vassar College, mestre em Belas Artes pela School of the Art Institute of Chicago, e doutora pela Northwestern University. Além disso, participou da Oficina de Direção para Mulheres do Instituto Americano de Cinema.

Fotografia em preto e branco, em primeiro plano, de Raul, um homem negro, de cabelos pretos bem curtos, testa grande, sobrancelhas espessas, bigode e barba aparados. Ele usa jaqueta cinza mescla sobre malha preta e camisa branca e está com os braços cruzados, esboçando um leve sorriso.
Raul Niño Zambrano

Raul Niño Zambrano (Holanda) trabalha desde 2008 no Departamento de Programas do IDFA (Festival Internacional de Documentários de Amsterdã). Possui ampla experiência com documentários e curta-metragens latino-americanos, tendo participado de muitos festivais e eventos como júri e tutor. Também é curador do Concurso do Documentário Estudantil do IDFA. Outros campos de interesse incluem visualização de dados e metáfora multimodal.

Foto em preto e branco, com fundo claro, do busto de uma mulher branca, de cabelos escuros, presos para trás que olha para a câmera com um sorriso discreto e o rosto levemente inclinado. Ela usa um camiseta escura e uma malha leve por cima.
Cecilie Bolvinkel

Cecilie é mestre em Estudos Cinematográficos pela Universidade de Copenhague, com estudos complementares em Arte e Cultura. Antes de entrar na Rede Europeia de Documentários (EDN), trabalhou no Instituto de Cinema Dinamarquês como coordenadora de festivais de curta-metragens e documentários. Na EDN, é responsável pela coordenação geral de parcerias, captação de recursos, e elaboração de relatórios. Além disso, produz eventos e oficinas e gerencia a participação da EDN na rede de distribuição europeia Moving Docs. Administra a oficina de co-produção nórdica “Doze para o Futuro” e o programa de treinamento europeu-asiático “Cruzando Fronteiras”, em colaboração com o Documentary Campus, a Alemanha e vários parceiros na Ásia. Também é editora do Membro do Mês e da Guia de Financiamento da EDN. Mora em Berlim, onde, além de seu trabalho com a EDN, coordena os encontros mensais do Clube de Berlim de Documentários para exibir filmes e criar oportunidades de networking.

Foto em preto e branco, do busto de uma mulher branca, de cabelos escuros, lisos e longos, que olha diretamente para câmera. Ela usa brinco na orelha esquerda, uma camiseta escura e, por cima, um casaco de trama preta e branca. Ao fundo, há uma parede de tijolos aparentes desfocada.
Paola Castillo

Paola Castillo (Chile) é uma das cineastas de maior destaque de seu país. É produtora de Allende, mi abuelo Allende, de Marcia Tambutti, premiado como o Melhor Documentário no Festival de Cannes 2015; El Salvavidas, dirigido por Maite Alberdi (Prêmio do Público FIC Valdivia, 2011); 74m2, entre outros. Dirigiu documentários e curtas-metragens de ficção, selecionados e premiados em diferentes festivais nacionais e internacionais. É professora do curso de Cinema e TV da Universidade do Chile e do curso de direção audiovisual da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Compõe o júri de diversos festivais nacionais e internacionais, como o It’s all True, Festival de Cinema de Valdivia, DokLeipzig e o Festival Internacional de Cinema de Lima. Atua também como diretora executiva do Chiledoc, plataforma desenvolvida para melhorar a difusão e a distribuição dos documentários chilenos.

Foto em preto e branco, do busto de uma mulher branca, de cabelos lisos, com franja na altura dos ombros e óculos de grau. Ela sorri para a câmera e usa cachecol de tecido leve ao redor do pescoço e um casaco de veludo aberto. Ao fundo, uma folhagem desfocada.
Rosangela Berman Bieler

Rosangela trabalha na UNICEF como consultora sênior e chefe do setor que trabalha com assuntos relacionados a crianças com deficiência. Quadriplégica desde os 18 anos, defende os direitos das pessoas com deficiência há mais de 40 anos. Rosangela mora nos EUA desde 1995, e antes de entrar na UNICEF realizou consultorias para o Banco Mundial, o BID e outras organizações internacionais. É fundadora do Instituto Interamericano sobre Deficiência e Desenvolvimento Inclusivo (IIDI), criado na década de 90 para promover a inclusão socioeconômica e política na América Latina e em países lusófonos na África e na Ásia. O IIDI desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CRPD).

comitê técnico

Formado por uma equipe técnico-consultiva especializada e com vivência no tema, esse comitê visa garantir uma representação realista e fidedigna, baseada nos direitos humanos das pessoas com e sem deficiência, entre as propostas pré-selecionadas a serem encaminhadas para a avaliação do Comitê Selecionador. Além disso, o Comitê Técnico poderá, eventualmente, auxiliar no desenvolvimento do projeto selecionado.

Black-and-white photo with Andrew in the foreground. He is a light-skinned man with small, smiling eyes, hair brushed sideways, and a receding hairline. He's wearing a black suit over a white shirt and tie.
Andrew Boys

Andrew é diretor da Down Syndrome International (DSi) desde seu lançamento em 2009, e atua no fortalecimento de uma rede global que promove o direito inerente de pessoas com síndrome de Down de serem aceitas e incluídas como membros valorizados e iguais de suas comunidades. Nos últimos oito anos, liderou a campanha da DSi para o Dia Mundial da Síndrome de Down, incluindo a formulação do site e vídeo da iniciativa, bem como a realização de conferências internacionais bem-sucedidas. Andrew também estabeleceu programas de treinamento e conscientização para facilitar o acesso de pessoas com síndrome de Down e suas famílias a um acompanhamento por parte de especialistas. O projeto já foi implementado com resultados satisfatórios no Tajiquistão, Omã, Índia, Ruanda e Peru. Alex, o irmão mais novo de Andrew, é um jovem motivado e independente ... e também tem síndrome de Down.

Fotografia em preto e branco, em close, de Carla, uma jovem de cabelos escuros e lisos na altura dos ombros, nariz arrebitado e sorriso largo. Ela usa óculos de armação retangular metálica.
Carla Biancha Angelucci

É professora doutora no Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação - EDF na Faculdade de Educação - FE da Universidade de São Paulo - USP. É professora da graduação nas áreas de Sociologia da Educação e Educação Especial. Atua na pós graduação, orientando mestrados e doutorados, supervisionando pós-doutorados na linha de Educação Especial da área de concentração Ciências Sociais: desigualdades e diferenças. Participa do grupo de pesquisa de Políticas de Educação Especial, coordenando a linha Educação especial - táticas de resistência à produção de um não lugar para as diferenças na escola. Possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1997); mestrado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (2002); doutorado em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (2009). A ênfase de seus estudos está na garantia da Educação para todos/ass e sua interface com as discussões sobre preconceito, atuando principalmente nos seguintes temas: direito à educação por parte de pessoas com diferenças funcionais e de pessoas com sofrimento psíquico intenso; políticas públicas em educação especial e medicalização da educação. Exerceu por dezesseis anos a atividade de psicoterapeuta, com formação Winnicottiana.

Foto em preto e branco, com fundo neutro, de uma mulher branca, de cabelos longos, presos em rabo de cavalo e jogados no ombro esquerdo, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ela usa brincos de argola, um colar com pingente de coração, uma camiseta de gola V escura e um casaco preto por cima. Suporte ao leitor de tela ativado. Foto em preto e branco, com fundo neutro, de uma mulher branca, de cabelos longos, presos em rabo de cavalo e jogados no ombro esquerdo, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ela usa brincos de argola, um colar com pingente de coração, uma camiseta de gola V escura e um casaco preto por cima.
Fernanda Guilardi Sodelli

Psicóloga formada pela PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1996), Fernanda Guilardi Sodelli tem mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2012), tendo realizado pesquisas sobre deficiência intelectual e uma especialização em "Aids: Programas de Prevenção e Assistência", pela Suny/Family Health International/USAID (1997). Foi coordenadora do Projeto Pipa (Apta/UNESCO), vencedor do prêmio "Aids Brasil de Responsabilidade Social“ (2007), por seu trabalho com oficinas de educação sexual para pessoas com deficiência intelectual. Desde 1996, atende crianças e adultos com deficiência intelectual. Fernanda também é coautora da pesquisa “Pessoas com Deficiência e HIV/Aids: Interfaces e Perspectivas" (Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, 2007). É autora da cartilha “Orientação: Deficiência Intelectual e Sexualidade” (Instituto Mara Gabrilli, 2013).

Foto em preto e branco, com fundo neutro, do busto de uma homem branco, careca, de barba e bigodes grisalhos que olha diretamente para a câmera e sorri. Ele usa óculos de grau e camisa social de listras na verical. Preso a sua camisa, em seu peito esquerdo, há um bottom redondo, onde está escrito:
Italo Dutra

Italo Dutra é chefe da área de educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF no Brasil desde 2016. Possui doutorado em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), licenciatura plena em Matemática pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande e mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou principalmente no ensino fundamental e no estudo da aplicação de novas tecnologias ao processo de aprendizagem. Foi coordenador geral de ensino fundamental e diretor da Diretoria de Currículos e Educação Integral, da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, e professor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua também atua como pesquisador colaborador do Institute for Human and Machine Cognition.

Foto em preto e branco, com fundo branco, do busto de um homem branco, de cabelos curtos e escuros, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ele usa óculos de grau e uma camisa social clara, aberta no colarinho e um costume xadrez escuro por cima.
Rodrigo Hübner Mendes

Rodrigo Hübner Mendes tem dedicado sua vida para garantir que toda pessoa com deficiência tenha acesso a educação de qualidade na escola comum. É graduado em Administração de Empresas e mestre em Gestão da Diversidade Humana pela Fundação Getúlio Vargas, onde atua como professor. Foi aluno do curso de Liderança e Políticas Públicas para o século XXI na Kennedy School of Government - Harvard. Fundou, há 20 anos, o Instituto Rodrigo Mendes (rm.org.br), que desenvolve programas de pesquisa, formação continuada e controle social na área da educação inclusiva. Seu portal colaborativo, DIVERSA (diversa.org.br), oferece artigos, práticas inspiradoras e soluções construídas coletivamente por sua comunidade de usuários. Rodrigo é empreendedor social Ashoka e membro do Young Global Leaders (Fórum Econômico Mundial). Atualmente integra o conselho de várias organizações brasileiras.

Foto selfie em preto e branco, de um homem branco, careca, que olha diretamente para a câmera e veste camisa escura. Ao fundo, há uma rua com postes, lojas, bancos e traseuntes desfocados,
Marcio Hollosi

Marcio Hollosi é surdo, professor da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo - e pesquisador na área de Libras, surdez, educação especial e inclusiva, inclusão social, formação de professores e educação bilíngue para surdos. Doutorando em Educação e Saúde na UNIFESP, mestre em Educação e Saúde (Inclusão Social) - UNIBAN/SP, especialista em educação especial e inclusiva com ênfase em deficiência auditiva pela Faculdade São Luís de Jaboticabal. Aprovado no exame de Proficiência em Libras pela UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisador e coordenador do projeto GEICS - Grupo de Estudos e Pesquisas Identidade e Cultura Surda na UNIFESP e cadastrado no CNPQ e no projeto: A Literatura Infantil no Ensino da Língua Brasileira de Sinais e da Língua Portuguesa na Educação de Surdos em Perspectiva Inclusiva (Prolie-Libras), também na UNIFESP.

Foto em preto e branco, com fundo desfocado, do busto de uma mulher branca, de cabelos grisalhos presos para trás e franja. Ela usa óculos de grau redondos, apoia o rosto na mão esquerda, na qual há um anel no dedo anelar e um relógio de pulsiera de couro escuro. Ela olha diretamente para a câmera com um sorriso discreto e veste uma camisa com estampa geométricas.
Maria Teresa Eglér Mantoan

Pedagoga especialista em deficiência intelectual. Mestre e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (Brasil). Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação - UNICAMP. Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença – LEPED - Faculdade de Educação - UNICAMP. Dedica-se à inclusão escolar em todos os níveis de ensino e é pioneira nas ações relacionadas ao direito incondicional à educação no Brasil. Escreveu inúmeros artigos e livros sobre a educação para todos e fez parte do grupo de trabalho que instituiu a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva no Brasil (MEC-2008). Recebeu a Ordem do Mérito Nacional da Educação pelos serviços prestados à educação no Brasil.

Foto em preto e branco, feita num ambiente de camarim, composto por três lâmpadas à direta e um vaso de flores artificias e uma cadeira à esquerda. Em primeiro plano, uma mulher branca, de cabelos curtos e grisalhos, fotografada de busto, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ela usa óculos de grau, uma camisa escura de mangas longas e por cima um chale rendado claro preso com um broche, além de 2 colares com pingentes.
Marta Gil

Coordenadora executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas (www.amankay.org.br), consultora na área de Inclusão de Pessoas com Deficiência, responsável pela concepção do DISCOVERY, primeiro jogo corporativo sobre inclusão, consultora da série "O Futuro que Queremos - Trabalho Decente e Inclusão de Pessoas com Deficiência" (OIT e Ministério Público do Trabalho), responsável pela elaboração da Metodologia SESI SENAI de Gestão da Inclusão na Indústria, Fellow da Ashoka Empreendedores Sociais, membro do Conselho Científico do Instituto de Ensino e Pesquisa/APAE SP. Autora dos livros “Caminhos da Inclusão – A Trajetória da Formação Profissional de Pessoas com Deficiência no SENAI-SP”, “As Cores da Inclusão – SENAI MA” e organizadora do livro "Educação Inclusiva: O que o Professor Tem a Ver com Isso ?", USP/Fundação Telefônica/Ashoka, prêmio Imprensa Social.

Foto em preto e branco, com fundo em degradê escuro, do busto de um homem branco, de cabelos curtos e grisalhos, que olha diretamente para a câmera e sorri. Ele usa óculos de grau e uma camisa social clara com gravata de tramas preta e branca.
Thomas Hehir

Tom foi o diretor do Escritório de Programas de Educação Especial do Departamento de Educação dos EUA de 1993 a 1999. Nessa função, liderou a implantação da Lei de Educação de Pessoas com Deficiência (IDEA). Em 1997, teve papel central no desenvolvimento da proposta de reautorização da IDEA pela administração Clinton, obtendo 90% de aprovação no Congresso. Em 1990, trabalhou como secretário adjunto do sistema público de ensino da cidade de Chicago, onde foi responsável pelos serviços de educação especial e de apoio ao corpo discente. Já escreveu sobre educação inclusiva e a sua importância nos movimentos de reforma educacional, processos legais e ambientes menos restritivos para garantir os direitos de crianças com deficiência no sistema educacional.